Maio de bastante trabalho e articulação!

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Roda de diálogo Parque Capibaribe

Boa tarde amigos e parceiros!

Este mês de maio já começou com diversas produções e articulações. Além das demandas mais rotineiras, como o trabalho com a Oi Kabum! Recife, com A Federação Pernambucana de Cineclubes (FEPEC) e com o Cineclube Bamako, estive participando de outras atividades que têm relação com meus interesses mais recentes em audiovisual, design e educação popular.

Na Oi Kabum! Recife estamos desenvolvendo obras para a mostra de arte e tecnologia que encerra o ciclo da V Turma da escola. No momento, estamos trabalhando com os núcleos de vídeo e computação gráfica uma obra que trata da temática do sexismo utilizando a linguagem da videodança e os recursos tecnológicos de realidade aumentada. Como educador tenho feito um trabalho bastante focado em sonoridades e os jovens estiveram bastante animados na elaboração da trilha sonora experimental.

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Nestas últimas semanas recebi um convite do projeto Parque Capibaribe (INCITI/UFPE) para participar de um vídeo de apresentação desta proposta. Na terça-feira passada, junto a outros dois convidados, participei de uma roda de diálogo que comporá este documento audiovisual. Esta roda aconteceu no Jardim do Baobá, espaço onde habita uma baobá centenário e onde hoje é um dos pólos de ação do projeto. Os organizadores, então, apresentaram as projeções para curto, médio e longo prazos, de um parque que percorrerá vários quilômetros, seguindo a extensão do Rio Capibaribe. Desta maneira, os convidados pudemos contribuir com sugestões de como pensar este modelo para uma cidade-parque que visa contemplar uma nova relação da Região Metropolitana do Recife com seus habitantes.

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Baobá Centenário – Jardim do Baobá

E agora no fim de semana (ontem e anteontem) estive imerso em uma experiência de Eco-Vila que está acontecendo no Sítio Ágata, município de Tracunhaém-PE. Após diversos momentos de luta, alguns trabalhadores desta região conseguiram a posse da terra e nela estão começando esta relação que busca estreitar os laços entre campo e cidade através da construção comunitária desta Eco-Vila, pautada em questões de sustentabilidade, relação de respeito à natureza, empoderamento étnico-racial (afro-indígena) e feminista. Foi uma vivência muito agregadora, estamos fortalecendo laços humanos entre pessoas de diversas lutas, de diversas áreas e que trazem conhecimentos distintos, que vão desde a agricultura familiar e bioconstrução, até a comunicação social e o pensamento/prática estratégica que a área de design social pode oferecer. E são nestes últimos pontos que penso em contribuir, além de, obviamente, aprender sobre as outras áreas do trabalho.

Pois é, muitas articulações externas têm sido feitas e cada vez mais as relações entre arte, design, audiovisual, construção política, ativismo estão se integrando. De tempos em tempos irei trazendo aqui mais novidades do andamento destas construções coletivas. Axé!

 

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