guerras civis

inspirado nos conflitos étnicos na áfrica. figuras irmãs, de traços que se complementam, porém de lados opostos. um é o capitão do mato, o que coopera com a exploração, devidamente fardado de ignorância. seus trajes carregam as cruzes da culpa. é uma figura de três braços. um braço inativo, de uma figura estúpida que apenas obedece, o braço que é a arma, onde impõe seu poder, e o braço que acata a ordem, erguido, tal como numa reverência à figura maior do nazismo… este mesmo braço é, na outra figura, o braço que pede socorro. ele está sem vestes, uma pessoa inocente atingida por uma bala, com o sangue escorrendo. sua perna mutilada do corpo é suspensa no ar como numa momento pausado de explosão, o encontro do opressor e do oprimido. o texto maior é adaptaçaõ do título de um álbum de Alpha Blondy – “S.O.S. Guerres Tribales”. o texto menor, fragmentos de poemas de Torquato Neto e texto meu. grafite e nanquim.

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